Poluicao Do Ar

Existem diferentes causas de contaminação do ar:

- o fumo que sai pelas chaminés das fábricas;

- o fumo que sai pelos tubos de escape dos meios de transporte;

- a incineração dos lixos a céu aberto ( quer dizer, queimar lixos);

- o uso, em demasia, de insecticidas e outros sprays (desodorizantes, desinfectantes do ambiente, etc);

A poluição do ar pode fazer com que o ar que tu respires te torne doente. Quando respiras ar poluído com frequência, as partículas presentes podem depositar- -se nos teus pulmões. A poluição do ar pode provocar dor de cabeça ou irritar a tua garganta e pode também fazer os teus olhos lacrimejarem e irritá-los.

A poluição do ar causa prejuízo às plantações e os animais também podem ficar doentes por causa dela.
AR - Respirar é Preciso

Mais e a Poluição do Ar? Você pode ficar muitas horas sem beber água. Pode também ficar até alguns dias sem comer nada. Mas não agüentará ficar por mais de algumas dezenas de segundos sem o precioso ar. O mesmo acontece com os bichos e com as plantas. De todas as poluições que convivemos nos tempos atuais, a pior é e será sempre a do ar. A água poluída e a comida contaminada podem ser rapidamente avaliadas e rejeitadas, mas não podemos recusar o ar que está ao nosso redor naquele exato momento em que o corpo exige uma nova ventilação pulmonar.

Todos nós somos absolutamente dependentes do oxigênio contido no ar para respirar. E, por incrível que pareça, durante a correria do dia-a-dia, não nos damos conta de que estamos constantemente inspirando oxigênio e expirando gás carbônico. Com toda essa importância, o ar merece cuidados especiais para que o meio ambiente em que vivemos tenha e proporcione uma boa qualidade de vida.

Poluição do Ar
Ar poluído mata três milhões por ano

Ar poluído mata três milhões por ano

Três milhões de pessoas morrem, anualmente, devido aos efeitos da poluição atmosférica no mundo. Isso representa o triplo dos óbitos por ano que decorrem de acidentes automobilísticos. A informação é proveniente da Organização Mundial de Saúde (OMS). Mas de onde vêm esses poluentes que contaminam o nosso ar?

Gerados principalmente pela queima dos combustíveis fósseis (usinas elétricas a carvão e automóveis movidos à gasolina e à diesel), os poluentes e elementos tóxicos contaminam o ar que respiramos e ao longo do tempo acabam ocasionando problemas respiratórios e/ou circulatórios. Abaixo estão alguns deles:
Monóxido de carbono (CO)

Gás altamente tóxico produzido pela queima incompleta de hidrocarbonetos, como os combustíveis fósseis, ou pela decomposição parcialmente anaeróbica de matéria orgânica.
Ozônio (O3)

É um composto formado quando o gás de oxigênio é exposto à radiação ultravioleta. Na atmosfera externa (chamada estratosfera), o ozônio protege a Terra contra a radiação excessiva. Na atmosfera inferior (troposfera), forma-se a partir de gases de combustão e, em grandes concentrações, torna-se um poluente atmosférico.
Dióxido de enxofre (SO2)

É formado principalmente pela combustão dos derivados de petróleo e do carvão mineral. Provoca problemas no sistema respiratório e é causa de bronquites e distúrbios graves, como o enfisema pulmonar. No ar, o dióxido de enxofre pode ser transformado em trióxido de enxofre, que, para as vias respiratórias, é ainda mais irritante que o primeiro. Os vegetais são muito sensíveis aos óxidos de enxofre: suas folhas amarelam e, sob altas concentrações de óxidos, chegam a morrer.
Óxidos de nitrogênio

O dióxido de nitrogênio (NO2) é o poluente produzido pelas descargas dos motores de automóveis, especialmente os movidos a óleo diesel e gasolina. Os óxido de nitrogênio constituem a névoa seca que se forma sobre grandes cidades, por ação das radiações solares sobre os gases expelidos pelos veículos automotores. É tóxico para as vias respiratórias, provocando enfisema pulmonar. Reduz a fotossíntese nas plantas e danificada a pintura de carros e outros objetos.
Clorofluorcarbono

É o famoso CFC, uma classe de compostos orgânicos que contém carbono, cloro e flúor. O Freon, nome comercial de um clorofluorcarbono, é usado como propelente em aerossóis, compressores de geladeiras, na fabricação de espumas e para a limpeza de placas de circuito de computadores. Os CFCs não são tóxicos, mas estão sendo abolidos porque se acumulam na atmosfera superior, onde a luz solar os transforma em agentes químicos que destroem a camada de ozônio que protege a superfície da terra da radiação ultravioleta do Sol, muito prejudicial aos seres vivos.
Particulados

Partículas sólidas ou líquidas finamente divididas no ar ou em uma fonte de emissão. Eles incluem poeira, fumos, nevoeiro, aspersão e cerração. Em geral, são menores do que um mícron de diâmetro, de controle muito difícil, permanecendo no ar durante muito tempo e podendo penetrar profundamente no pulmão humano.
Poluição e clima

Poluição do Ar Através de um Trem

Desde a Revolução Industrial, o homem já jogou 270 milhões de toneladas de gases na atmosfera. Hoje, eles formam um cobertor a 20 quilômetros de altitude que impede o calor do Sol refletido pela Terra de escapar. O resultado é o Efeito Estufa.

A queima de combustíveis fósseis (carvão, óleo e gás por exemplo) emite toneladas de carbono. A decomposição de lixo a céu aberto e o gado quando pasta liberam metano, o que é prejudicial para a atmosfera.

Milhões de escapamentos de carros, conforme explicado anteriormente, mandam dióxido de carbono e óxido nitroso para o ar. Os desmatamentos, as queimadas, o gás CFC (clorofluorcarbono) usado em geladeiras, espumas plásticas e aerossóis, tudo isso gera conseqüências que se refletem em mudanças severas no clima, derretimento da calota polar, aumento do nível dos oceanos e enchentes devastadoras.

O Protocolo de Kyoto é um desdobramento da Convenção sobre Mudanças Mudanças Climáticas da ONU assinada na Rio92. Ele prevê o comprometimento até 2012 da redução de pelo menos 5,2 % das emissões totais de gases que causam o Efeito Estufa por parte dos países desenvolvidos, em relação aos índices de 1990. O documento levou esse nome porque foi assinado na cidade japonesa de Kyoto, em 11 de dezembro de 1997 e seu principal objetivo é estabilizar as concentrações dos gases tóxicos para evitar o aquecimento do planeta e todos seus efeitos no ciclo natural.

Apesar do protocolo já contar com a adesão de mais de 55 países, número mínimo exigido para sua vigência, também é preciso que, entre os países signatários, estejam os responsáveis pela emissão de, no mínimo, 55% do dióxido de carbono (CO2) lançado em 1990 pelos países industrializados. Até agora, a soma das emissões de todos os membros que compõem o acordo atinge apenas 35,8% (veja nesta página o quadro "Emissões Mundiais de Dióxido de Carbono).

Enquanto isso, a Terra vista pelo pioneiro do espaço, o astronauta russo Yuri Gagarin, já não é mais a mesma. Em 1961, ao se tornar o primeiro homem a ver o planeta do espaço, Yuri proferiu a famosa frase: "A Terra é azul". Infelizmente, para a nova geração, como Frank Culbertson, comandante da Estação Espacial Internacional (ISS), o nosso planeta está hoje mais para o cinza, devido à inexorável ação humana. Daqui de cima, vemos áreas desmatadas, sem nenhuma vegetação, nuvens de poluentes do ar e poeiras em áreas antes limpas. Isso nos mostra que temos de cuidar melhor da Terra daqui para a frente", diz Culbertson.

Segundo o astronauta, as mudanças na natureza e na cor da Terra são analisadas desde o início da década de 90, quando o projeto da Estação começou. Mas ele assegura que elas nunca foram tão impressionantes como nessa atual viagem e que são principalmente mais visíveis nos países desenvolvidos.
O problema americano

Poluição do Ar um Problema Americano

Os Estados Unidos, um dos maiores poluidores do planeta, acusado por ambientalistas de se negar a assumir sua responsabilidade histórica quanto ao problema, apresentou um plano alternativo já que não quis se comprometer com as metas previstas em Kyoto. É o programa "Iniciativa Céu Limpo" que promete medidas voluntárias para a indústria do país. Na proposta encabeçada por Bush, o crescimento econômico vem primeiro e a despoluição é uma eventual consequência. As emissões de gases-estufa passam a estar relacionados com o crescimento do PIB, passando de 183 toneladas por milhão de dólares em 2002 para 151 toneladas em 2012.

As críticas sobre a postura da potência falam de boicote, pois ao invés de cortar o mal pela raiz, no caso o dióxido de carbono que é o principal gás tóxico, Bush pretende diminuir até 2018 as emissões de três outros gases que juntos não chegam a 15% do prejuízo global. Segundo o presidente norte-americano, "nações em desenvolvimento como a China e a Índia também lançam na atmosfera uma imensa quantidade de gases do Efeito Estufa e é irresponsabilidade não obrigá-las a se comprometer", alega, dividindo a culpa com os vizinhos.

Entretanto, para Jeremy Rifkin, 57 anos, autor do livro "A Economia do Hidrogênio - A Criação de uma Nova Fonte de Energia e a Redistribuição do Poder na Terra" e professor da Wharton School, uma das mais renomadas escolas de administração dos EUA, "O governo Bush se negou a assinar o Protocolo de Kyoto porque achou que as exigências eram muito grandes. O problema é o contrário. O protocolo é muito tímido. Precisamos é acabar com as emissões de carbono", rebate em entrevista à revista Veja de 8 de Janeiro de 2003.
O Instituto foi conferir

Carros, Poluição do Ar

Para chegar como quem não quer nada, nossa jornalista de plantão aproveitou o período de vistoria anual de veículos no posto do Detran na Alvorada (Barra da Tijuca), no Rio de Janeiro para averiguar a inspeção relativa à medição de gases poluentes sem se identificar, apenas como uma mera cidadã curiosa.

Segundo o vistoriador Felipe de Oliveira, 23 anos, a aprovação no teste de emissão de gases poluentes só é obrigatória para veículos de placa vermelha (taxis, vans, ônibus e caminhões). Quanto aos carros convencionais, a reprovação não impede a circulação nem restringe o novo documento anual. Além disso, essa medição é feita apenas no Rio de Janeiro entre todas as cidades do Brasil.

Diante de novas dúvidas e muitos porquês sem resposta, nossa repórter foi encaminhada para a técnica de auditoria Andréia Castro para maiores esclarecimentos. De acordo com a nova fonte, esse procedimento é relativamente novo, tendo sido implantado em 1997, em caráter experimental, graças ao convênio Detran/FEEMA (Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente) que é parte do PROCONVE- Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, instituído pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA).

Existe a intenção de que a avaliação se propague no país e que tenha caráter obrigatório mesmo para os carros de passeio. Mas, segundo Andréia, ao ser perguntada sobre a previsão do serviço para São Paulo, que detém a maior frota do país, "ainda não há, de fato, uma previsão para essas metas". Como se percebe, as leis nacionais voltadas para essa questão particular dispõem de belas diretrizes. Entretanto, a distância entre o que diz a lei e o que acontece na prática realmente é incomensurável.

A seguir são citadas mais algumas informações interessantes constatadas nesta incursão ao posto do DETRAN.

A maior causa de reprovação no teste de emissões de gases poluentes por automóveis é pela má regulagem do motor. Portanto, procure oficinas de bom padrão, que disponham de equipamento adequado, preferindo sempre a regulagem eletrônica.

Nove em cada dez kombis que circulam na cidade do Rio de Janeiro não estão rodando dentro dos padrões adequados para o motor, quanto às emissões de poluentes perigosos.

Segundo o Manual da Divisão de Qualidade do Ar (DIAR), setor responsável da FEEMA, a combustão completa, que ocorre somente quando o seu carro está regulado, e que já é nocivo para o ar, gera basicamente dióxido de carbono (CO2) vapor d' água (H2O). No entanto, quando não há regulagem, a combustão completa não se efetiva, sobrando combustível não-queimado e gerando ainda mais toxinas para a atmosfera, como o material particulado (fuligem), aldeídos, dióxido de enxofre (SO2), óxido de nitrogênio (NOx) e hidrocarboneto (HCs).
Saúde

Saúde

Sabe-se que a exposição à poluição acelera o envelhecimento por aumentar as substâncias oxidantes no organismo. Mas não é só isso. O monóxido de carbono causa lentidão dos reflexos e sonolência. O dióxido de nitrogênio pode agravar a asma e reduzir as funções do pulmão. O ozônio também causa inflamação nos pulmões, diminuindo a sua capacidade enquanto os particulados menores (com menos de 1/2.400 de uma polegada) podem se alojar nos alvéolos pulmonares e provocar enfermidades respiratórias e cardiovasculares. Além disso, a poeira pode criar alergias, irritação da vista e da garganta.

O aumento dos gastos relacionados às doenças causadas pela poluição atmosférica incluem desde os custos com medicamentos e tratamentos até a ausência no trabalho. Na província canadense de Ontário, por exemplo, que tem uma população de 11,9 milhões de habitantes, a poluição do ar custa cerca de 1 bilhão de dólares por ano ao bolso dos contribuintes, somente com as hospitalizações.
Qualidade de vida

Poluição do Ar e a Qualidade de Vida

Você já sentiu aquela sensação ofegante ao praticar alguma atividade física? O motivo de uma simples falta de fôlego pode estar no ar. O local escolhido para a malhação conta muito. "Se o ambiente é poluído, o rendimento cai", afirma o fisiologista Raul Santo, da Escola de Educação Física da Polícia Militar de São Paulo, que fez uma pesquisa sobre a performance cardiorrespiratória, até então pouco aprofundada.

O especialista analisou os batimentos cardíacos, a pressão arterial e o desempenho de um grupo de 25 pessoas ao praticarem corrida em duas cidades paulistas, a litorânea e limpa Bertioga e Cubatão, famosa pela sujeira na atmosfera. Para realizar o mesmo trajeto, no mesmo tempo, pulmões e coração tiveram que fazer muito mais esforço na cinzenta Cubatão. E não pense que o problema é exclusivo de centros industriais. Mesmo regiões distantes da fumaça podem oferecer grande concentração de poluentes, pois os gases formadores de poluição são facilmente empurrados para longe.

"O nível de concentração de gases tóxicos está muito ligado à capacidade de dispersão dos poluentes", esclarece Carlos Eduardo Negrão, da Divisão de Qualidade do Ar da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental de São Paulo (Cetesb). Saiba que metade da poluição urbana no Brasil vem dos carros. Portanto, se você vive em uma capital, é bom correr atrás de ar puro de verdade. Caso o contrário, vai perder o fôlego antes do que imagina.
Dicas para driblar a fumaça

* Fuja de locais com muitos carros, pois eles emitem muita poeira. Os parques, por possuírem pequenas quantidades dessas partículas, são os lugares mais indicados.

* Evite praticar exrcícios ao ar livre em dias muito quentes e secos. Nessas condições, o corpo ainda é mais exigido.

* Prefira malhar logo cedo. Além da quantidade de carros ser menor, durante a manhã há menos ozônio, pois seu pico costuma se dar à tarde.

* Academias são uma boa saída. Estudos mostram que a concentração de poluentes em um ambiente fechado é bem menor.

Atitudes para colaborar

* Não queime lixo em hipótese alguma, principalmente plásticos, borrachas, estopas e vasilhames de produtos químicos como solventes, inseticidas, óleos e graxas. A fumaça gerada pela queima desse tipo de lixo quando não realizada em incineradores adequados são extremamente danosas ao meio ambiente.

* Não fume se estiver grávida. Mesmo dentro da barriga da mãe, o filho pode sofrer os problemas causados pela fumaça tóxica do cigarro.

* Evite fumar perto das crianças. Não prejudique a saúde delas ao obrigá-las a serem fumantes passivas. Seu desenvolvimento físico poderá ser prejudicado.

Alternativas: o que tem sido feito

Alternativas usadas para a Poluição do Ar

Em resposta ao quadro alarmante gerado pelos transportes, alguns governos adotaram medidas para tentar controlara a poluição. Bogotá, na Colômbia, por exemplo, reduziu em 40% o tráfego durante o horário de pico e aumentou o imposto sobre a gasolina. Cerca de 120 quilômetros das principais vias são bloqueados por sete horas aos domingos.

Especialistas recomendam soluções simples, a serem adotadas pelos cidadãos como incentivar o uso de bicicletas, transportes de massa ou simplismente andar mais. Privilegiar o metrô, como em Nova Iorque, ferrovias ou os ônibus expresso.

O ordenamento do solo e outros instrumentos reguladores poderão ser utilizados para encorajar empreendimentos de maior densidade, condizentes com o transporte de massa. Subsídios governamentais e incentivos fiscais poderão deslocar-se para a produção de várias formas de energia mais limpa.
Novo conceito: gás natural veicular

O Gás natural gasta menos e roda mais, aumenta a vida útil do motor, reduz os custos com manutenção enquanto o ar que você respira permanece mais limpo.

Considerada uma das mais importantes alternativas do mercado, o gás natural é um combustível que custa, em média, 50% a menos que a gasolina e ainda roda, em termos de quilometragem, 20% a mais. Somando os benefícios, o uso dessa fonte de energia reduz em mais de 60% as despesas do veículo, além da queda de nível de emissões de gases poluentes na atmosfera. O lado interessante para o meio ambiente é que o gás natural proporciona uma combustão limpa, com baixíssima emissão dos vilões do nosso ar, proporcionando uma melhor qualidade de vida para as populações das grandes cidades.

Para fazer a conversão do motor de um carro convencional para o gás natural, são instalados alguns componentes que não inutilizam a opção gasolina ou álcool do veículo, que pode ser acionada por meio de uma chave instalada no painel. Para isso, há um cilindro que é colocado no porta-malas. Incluindo o kit de conversão mais a mão-de-obra, o consumidor interessado vai desembolsar de 2 a 3 mil Reais e a instalação pode ser realizada por mais de 800 oficinas no Brasil autorizadas pelo INMETRO.
Serviço - Dicas Úteis

* Faça a conversão somente em oficinas homologadas pelo INMETRO. Exija da oficina nota fiscal e certificado de homologação emitido pelo INMETRO. Esse documento permitirá fazer o registro de conversão no Detran.

* As reivindicações periódicas do kit e cilindros só devem ser realizadas nas convertedoras homologadas pelo INMETRO.

* Recuse peças usadas, cilindro recondicionado ou de procedência desconhecida e tubos de cobre.

* Na instalação exija tubos de aço

Boa notícia: àgua do mar ajuda a despoluir o ar

A evaporação natural de água do mar ajuda a combater a sujeira atmosférica ao provocar chuvas, mantendo o céu mais limpo. A descoberta feita por cientistas israelenses foi publicada na revista "Science".

Já havia sido comprovado que, sobre a terra, partículas de poluição do ar impedem a formação de chuvas porque as gotas de água em nuvens poluídas não conseguem crescer o suficiente para provocar uma precipitação. Sobre os oceanos, conforme demostrou o estudo, acontece justamente o oposto.

Como as partículas de sal são muito maiores do que as de poluentes, elas atraem as gotículas de água, produzindo gotas pesadas o bastante para provocar chuvas. Tal processo, observado pela primeira vez, colobora muito na purificação do ar.

A coordenação da pesquisa foi feita por Daniel Rosenfeld, da Universidade Hebraica de Jerusalém. Isso prova que não é só de denúncias sem solução ou tragédias sensacionalistas se sustentam as notícias sobre meio ambiente.

É nesse eixo do aprimoramento, da transição e da evolução que o Informativo do Instituto Ecológico Aqualung procura atuar: mostrando as coisas que precisam ser melhoradas e, principalmente, divulgando propostas e soluções para os problemas ambientais. Afinal, apontar erros é fácil, difícil é reconhecer nos erros oportunidades de crescimento através de um contínuo processo de renovação baseado na melhoria contínua.
Cíntia Rygaard

Jornalista especializada em Meio Ambiente

Fonte: www.institutoaqualung.com.br
POLUIÇÃO DO AR

A emissão de gases tóxicos por veículos são responsáveis por 40% da poluição do ar, porque emite gases como monóxido e o dióxido de carbono, o óxido de nitrogênio, o dióxido de enxofre, derivados de hidrocarbonetos e chumbo.

Emissão de Gases Tóxicos

Essas alterações provocam no homem distúrbios respiratórios, alergias, lesões degenerativas no sistema nervoso e em órgãos vitais e o câncer.

Em cidades muito poluídas, esses distúrbios agravam-se no inverno com a inversão térmica quando a camada de ar fria forma uma redoma no alto atmosfera, aprisionando a ar quente e impedindo a dispersão dos poluentes.

Distúrbios Respiratórios

O consumismo desenfreado e uma das maiores causas da poluição, o resultado e um grande desenvolvimento de indústrias, uma maior utilização de recursos naturais, poluição e degradação. Pra se ter uma idéia do ritmo de produção, basta dizer que, nos últimos 150 anos, o consumo de energia cresceu oitenta vezes e a produção industrial, cerca de cem vezes.

Bilhões de toneladas de gases poluentes são lançados anualmente na atmosfera. Apesar de o homem já dispor de estudos e conhecimentos bastante avançados a respeito do nosso planeta, na verdade ainda há muito interventor sobre a natureza e a utilização de seus recursos naturais que são elementos da superfície terrestre e subterrânea indispensáveis à vida, os recursos naturais são divididos em dois grandes grupos: os recursos naturais renováveis como o solo, a vegetação, os animais, a água potável, o ar e outros. Por serem renováveis, pode-se pensar que esses recursos não acabem, se não for bem utilizados. Já os recursos naturais não renováveis são o petróleo (formou-se há milhões de anos) que com o passar do tempo este reservatório de petróleo da Terra se esgotarem esse combustível acaba e a natureza não tem mais condições de renová-lo, não podem ser mais produzidas pela natureza como os minerais (ferro, cobre, ouro, prata) e os combustíveis (carvão mineral, petróleo) esses recursos devem ser usados com planejamento, para evitar que se esgotam.

A poluição do ar causa ainda chuvas ácidas, efeito estufa e desequilíbrios climáticos, e também destrói a camada de ozônio.

Poluição do Ar no Planeta Terra
Nasa divulga

Imagem da Nasa sobre Poluição do Ar

O presente reporte enfoca as colossais nuvens intercontinentais de ar poluído que se movem entre os continentes. As novas imagens, agora divulgadas pela NASA contribuem para compreensão do quadro de poluição do nosso planeta.

Monitorando os níveis de monóxido de carbono na atmosfera e ao longo de vários períodos, a NASA demonstra que os poluentes não respeitam os limites das fronteiras nacionais.

Fogos em florestas da África e América Latina espalham concentrações elevadas de fumaça até os cantos mais distantes da Austrália. As indústrias e fogos regionais no Sudeste da Ásia fazem o mesmo efeito na paisagem da América do Norte.

"Com as pesquisas presentes, é evidente de que a poluição do ar não é um problema local. Trata-se de um assunto global".

Uma seqüência de novas fotografias obtidas do satélite TERRA. As imagens visualizam a quantidade de monóxidos de carbono na troposfera, uma camada da atmosfera entre três a cinco quilômetros sobre a superfície da terra.

Ali, os poluentes interagem com outros gases para formarem efeito denominado de "smog", o qual pode, ou mover para alturas maiores da atmosfera e atravessar grandes distâncias, ou baixar em direção da superfície, onde afetará diretamente a saúde dos homens e dos animais.

As imagens coloridas (figuras 1-3) mostram detalhes interessantes: as áreas em vermelho indicam as concentrações mais altas do monóxido de carbono. Os pontos de maior concentração surgem em diversos pontos do planeta: África, Amazônia e sudeste da Ásia e no hemisfério Norte, Estados Unidos, Europa, Rússia e Ásia. Nestas regiões, as industrias e fogos, ou de origem naturais, ou em incêndios causados por desmatamentos do homem, espalham monóxido de carbono sobre os mares.

Muitas partes da hemisfério Norte são cobertas por uma cortina de neblina da cor "verde", evidência da persistência e elevado grau de envenenamento e efeito da poluição do monóxido de carbono.

Nos Estado Unidos, os focos são variados, no verão há indício de queimadas nas florestas do Oeste, durante o inverno existe o processo de combustão dos combustíveis fósseis (petróleo) no Leste do país.

As imagens não identificam focos individuais de poluição,portanto o satélite TERRA pode distinguir poluição do ar associado as áreas metropolitanas e das florestas. Em torno de50% das emissões de monóxido carbono resultam das atividades humanas.

Observando os níveis de monóxido de carbono, um subproduto do consumo de combustíveis de origem fosseis, ou combustão de materiais orgânicos tais como madeira e carvão, os cientistas podem também seguir os movimentos dos poluentes relacionados ao óxido de nitrogênio.

O satélite TERRA é o carro chefe do novo sistema de observação terrestre da Nasa e foi colocado em órbita no mês de Dezembro 2000, iniciando as operações e coleta de dados a partir do mês de Fevereiro 2001.

Tratado de Kyoto
Tratado de Kyoto

Propõe medidas globais para proteção da atmosfera, tais como incentivos financeiros e garantias a manutenção das áreas florestais (emissão de títulos de valores)

Fonte: paginas.terra.com.br
Poluição do Ar

Poluição do Ar e a Atmosfera

Atmosfera
Atmosfera

O Planeta Terra, é cercado por uma camada de gases, chamada de atmosfera. Estes gases ficam presos ao redor da terra devido a força gravitacional de atração e alcança uma altura de até 1000 Km acima da terra. Ela divide-se em camadas, sendo que a mais próxima de nós é a troposfera, formada pelo ar que respiramos. Com o aumento da altura a composição da atmosfera muda e podemos encontrar por exemplo a camada de ozônio que protege a terra dos raios ultravioletas do sol, em uma altura de aproximadamente 20 Km de altura.

Outros planetas, não têm vida, devido a composição da atmosfera (Marte e Vênus) ou por simplesmente não ter atmosfera (Mercúrio).
O Ar

Na camada da atmosfera mais próxima de nós encontramos uma mistura de gases que denominamos AR e é essêncial a vida.

O gás mais encontrado é o nitrogênio, sem cheiro e inerte ocupando 78 % do ar. Algumas bactérias existentes nas raízes de algumas plantas conseguem retirá-lo do ar e fixá-lo no solo, aumentando a fertilidade.

O gás oxigênio é ocupa o segundo lugar em quantidade e ele é o responsável pelo processo de respiração e da combustão. Sempre que alguma coisa está pegando fogo, está consumindo oxigênio do ar.

A seguir encontramos o Argônio, gás utilizado dentro de lâmpadas elétricas porquê é inerte e não reage com nada. O gás Carbônico aparece na quarta posição sendo ele o produto final da respiração, da maioria das combustões e o gás utilizado pelas plantas na fotossíntese para produção de matéria orgânica.
Composição do ar atmosférico:

* 78 % - Gás Nitrogênio
* 21 % - Gás Oxigênio
* 0,9 % - Gás Argônio
* 0,03 % - Gás Carbônico

Nitrogênio, Oxigênio, Argônio, Gás Carbônico
A poluição

Para respirar e viver com qualidade de vida precisamos de um ar limpo, sem impurezas. Porém nas cidades e no campo estamos diariamente em contato com ar contaminado, seja a poluição dos automóveis, de indústrias, de usinas e mesmo dos cigarros.

Nas grandes cidades, o maiores vilões são os automóveis. Entre seus poluentes estão o material particulado ou mais conhecido como fuligem, o dióxido de carbono (efeito estufa), o monóxido de carbono, os óxidos de enxofre e nitrogênio (chuva ácida), os hidrocarbonetos e outros. A poluição é diretamente ligada ao tipo de combustível. Por exemplo: a gasolina e o óleo diesel, tirados do petróleo são mais poluentes que o álcool extraído da fermentação do melaço de cana-de-açúcar. Atualmente já existem carros rodando com gás natural, energia elétrica e solar, alternativas menos poluentes.

Para reduzir este tipo de poluição podemos instalar nos veículos, catalisadores ou conversores catalíticos, aparelhos que transformam os gases poluentes em outros menos poluentes.

As indústrias químicas, siderúrgicas e de celulose estão entre as mais poluentes, porém atualmente já existem tecnologias acessíveis para se reduzir ou neutralizar estes problemas.

Até mesmo em áreas agrícolas, o homem polui o ar lançando agrotóxicos e pesticidas no ar, pulverizando as plantações. Alguns já foram até mesmo proibidos por causarem câncer, como o DDT e o Aldrin (compostos organoclorados).

As queimadas de cana-de-açúcar e das florestas, são outros casos de poluição do ar. Durante as queimadas, os microorganismos, minhocas e insetos que vivem no solo acabam mortos e com o passar do tempo o solo fértil se transforma em um deserto. Nas florestas toda a matéria orgânica acaba virando dióxido de carbono e no local só resta um solo pobre. Toda a biodiversidade que existia no local, animais, aves, plantas, árvores, tudo é queimado.

Em alguns lugares o lixo é queimado ou incinerado, porém é uma atividade extremamente poluidora, pois quando se queimam plásticos, se emitem dioxinas (gases cancerígenos altamente tóxicos).
O Buraco na camada de ozônio

A camada de ozônio é um trecho da atmosfera (estratosfera) numa altitude de 15 Km e com uma espessura de 30 Km com grande concentração do gás ozônio (moléculas composta por três átomos de oxigênio ligados entre si, (O3).

Sem esta camada a Terra seria bombardeada por grande quantidade de radiação ultravioleta B (UV-B), que é um tipo de luz que provoca muitos danos aos vegetais e animais.

Em 1977 cientistas detectaram que a camada de ozônio em cima da Antártica estava ficando muito fina, permitindo a passagem de perigosas radiações numa área de 31 milhões de Km2, 15 % do planeta. Com mais estudos descobriu-se que os gases CFCs (clorofluorcarbonos) eram os verdadeiros responsáveis. Os CFCs são mais de 60 gases diferentes comercializados principalente pela Du Pont com o nome de gás Freon, usados na fabricação de aerossóis, isopores, circuitos de computadores e aparelhos de sistemas de refrigeração (geladeiras e ar-condicionados). Foram inventados pela General Motors em 1928 e por serem inertes, não tóxicos, sem cheiro e conseguirem se resfriar rapidamente, foram largamente utilizados, porém hoje em dia existem sérias restrições ao uso destes gases. Nos aerossóis foram proibidos e hoje através de um tratado internacional assinado em 1987 (Protocolo de Montreal) foram fixadas metas para reduzir até 1999 a produção mundial pela metade. Porém os CFCs têm uma vida de 75 anos e a produção mundial atual é de 750.000 Toneladas.

Atualmente o buraco aumenta a cada ano já atingindo a Argentina, o Chile, Uruguai e o sul do Brasil. Com a passagem destas perigosas radiações temos visto no mundo todo o aumento crecente do Câncer de Pele (melanoma).Estão sendo feitos testes para se trocar os CFCs pelo gases HCFCs, que praticamente são inertes ao ozônio porém podem causar o efeito estufa. Resta colocar que o gás ozônio é muito reativo e tóxico em contato com o ser humano, sendo um dos poluentes lançados pelos escapamentos de veículos.
O efeito estufa e as mudanças climáticas

Desde a Revolução Industrial (Séc. XVIII e XIX) o homem está poluindo o ar com uma série de gases. Muitos destes gases têm o poder de armazenar calor, fazendo com que a Terra funcione como uma garrafa térmica, não deixando o calor que o sol emite para a Terra escapar. Existem dezenas de gases chamados estufa (gás carbônico, monóxido de carbono, metano, óxidos de nitrogênio, óxidos de enxofre e até mesmo os gases CFCs).

O problema pricipal segundo os cientistas é que o homem está queimando cada vez mais combustíveis fósseis (carvão e petróleo) para gerar energia, mover veículos e destruir florestas, liberando grande quantidade destes gases, alterando assim a composição do ar atmosférico. O gás carbônico (CO2) é considerado o maior vilão, respondendo por 55 % do problema. Antigamente a concentração do CO2 na atmosfera era no máximo de 280 ppm (partes por milhão), hoje está por volta de 350 ppm.

Segundo as teorias mais aceitas este aumento na temperatura do planeta (aquecimento global) é o responsável pela maioria dos desastres climáticos atuais (enchentes, secas, tempestades, furacões, e maremotos). Outro probema levantado é que se aumentar em apenas 1 ou 2 graus Celsius a temperatura da Terra, grande parte da região congelada entorno da Antártida pode derreter. O gelo ocupa um volume muito menor que a água líquida, assim o nível do mar aumentaria, fazendo com que ilhas e cidades costeiras como o Rio de Janeiro desaparecessem dos mapas, ficando totalmente submersas.

Os cientistas dizem que até agora a temperatura só não aumentou tanto devido aos grandes vulcões que estão lançando milhões de toneladas de poeira e cinzas na atmosfera nestes últimos anos, criando uma cortina entorno da Terra, diminuindo a incidência de luz solar. Um dos maiores é o vulcão Pinatubo das Filipinas.

Tratados estão sendo assinados para tentar reduzir a poluição do ar e nos veículos estão sendo instalados os catalisadores ou conversores catalíticos que transformam os gases poluentes em outros menos poluentes. Até mesmo os combustiveis como a gasolina e óleo diesel estão sendo tratados para poluir menos. Porém ainda é muito pouco.

A utilização de energias e combustíveis alternativos podem ser uma solução por não serem poluentes: energia solar, eólica (ventos), marémotriz, geotérmica, gás hidrogênio, gás natural e outros. É necessário também investir em transportes coletivos e não poluentes, como o ônibus, metrô, trem e ciclovias.

Efeito Estufa
Chuva Ácida

Os poluentes lançados na atmosfera pelo homem quendo entram em contato com as nuvens (água na forma de vapor) geralmente acabam formando ácidos perigosos que caem causando sérios danos ambientais.

No Brasil a chuva ácida aparece no pólo petroquímico de Cubatão (SP) que produz poluentes que são levados ao litoral norte (Ubatuba e Caraguatatuba) produzindo sérios danos na Mata Atlântica onde as árvores morrem e as plantas acabam queimadas ou secando. Na cidade de São Paulo a chuva ácida acaba danificando monumentos, estátuas e construções que ficam corroídas pelos ácidos. Os problemas respiratórios também se agravam acabando por produzir e aumentar os casos de bronquite, asma e pneumonia.

Na Europa parte dos poluentes produzidos acabam sendo levados pelo vento até a Escandinávia onde acabam por cair na forma de chuva em lagos e florestas. Existem já centenas de lagos acidificados na Suécia onde não existem mais peixes, aves e plantas. Em alguns locais florestas inteiras morreram devido a acidez da chuva. Estima-se que 90 % das trutas (peixe muito saboroso e de muito valor econômico) já desapareceram dos lagos da Noruega.

Os esforços são muitos e os jovens das escolas costumam comprar calcário (um tipo de rocha triturado e que serve para acabar com a acidez ) e lançar nos rios e lagos para tentar salvar o que resta.

Nos Estados Unidos o problemas see espalha em todas as grandes cidades. Na região Nordeste dos Estados Unidos (Nova York) a chuva atinge níveis críticos, chegando até a corroer a Estátua da Liberdade. Porém grande parte acaba chovendo no Canadá, 80 % dos 700 mil lagos do leste do Canadá já estão ácidos. Na califórnia e no México aparece muito o smog que é a mistura de gases poluentes com neblina e que acabam por danificar muito a saúide de quem vive nestas cidades.

Os gases que mais são perigosos e que formam a chuva ácida são o dióxido de enxofre (formam ácido sulfúrico) e os óxidos e dióxidos de nitrogênio (formam ácido nítrico). Na maioria das vezes são produzidos por usinas termoelétricas que produzem energia a partir da queima de carvão e das indústrias e refinarias de petróleo.

O uso de combustíveis com baixos teores de enxofre e os carros com catalisadores.

Na química aprendemos que ácidos são os líquidos com ph menor que 7, que é o da água pura.

Reações de gases poluentes com água formando perigosos ácidos.
A Inversão Térmica

Nas grandes cidades, a poluição do ar, costuma se agravar nos períodos de inverno ou frio, onde a disperção dos poluentes é desfavorável. Nestes períodos é costume se formar a inversão térmica.

Nos outros períodos do ano o ar quente que é mais "leve", menos denso e costuma subir, levando os poluentes para cima, dispersando os poluentes. Isto é fácil de se notar em uma fogueira acesa, a fumaça sempre sobe.

No frio, o ar, mais denso não sobe e os poluentes ficam próximos do solo, causando problemas respiratórios sérios. Nestes períodos ocorre um aumento ainda na mortalidade infantil e n ade idosos, que não aguentam a poluição.

Muitas vezes o aumento na concentração de certos gases como o monóxido de carbono, produzido pelos escapamentos dos veículos atinge níveis sérios e o governo pode decretar estado de emergência e até mesmo proibir a circulação de veículos como no caso do rodízio na Cidade de São Paulo.

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